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Figueira da Foz – Locais a Visitar e Experiências Inesquecíveis

Explore o Património Natural e Cultural da Região.

A MARGINAL
A Avenida Marginal da Figueira da Foz é uma alameda extensa, com dezenas de quilómetros paralelos ao mar. É ideal para passear, seja Verão ou Inverno, e para a prática de desportos como corrida ou bicicleta. De frente para o mar encontram-se inúmeros restaurantes, onde o peixe ou marisco abundam, e também a famosa gelataria Emanha, onde se pode comer um gelado de queijo de cabra com doce de leite ou licor Beirão. Numa das extremidades da Avenida, destacamos a zona de Buarcos onde se situa a Fortaleza com o mesmo nome. A partir da marginal, temos acesso ao início do parque das Abadias. Este enorme parque é um local a visitar tanto para os mais novos como para os mais velhos - seja para convívio, descanso ou desporto. É considerado o pulmão da cidade, pelo grande espaço verde. Este parque atravessa a cidade a meio, estendendo-se desde a zona norte da cidade até ao jardim municipal.
O CASINO
O Casino da Figueira da Foz, inaugurado em 1927 é o casino mais antigo da Península Ibérica. Além das salas de jogo tem as salas de espetáculos, para os mais variados géneros e é um local muito acolhedor para se passar um ótimo serão. Tente a sua sorte na Roleta!
CASA DO PAÇO
Partindo das palavras de J. M. dos Santos Simões, nesta Casa encontra-se uma das maiores coleções de azulejos holandeses de figura avulsa in situ do mundo. Atualmente o piso nobre é propriedade da Câmara Municipal da Figueira da Foz. Pelo menos desde os meados do século XIX, este edifício foi o centro da vida social e associativa desta cidade, tendo sido sede, por exemplo, de um Teatro (ca. 1823-1860), da Assembleia Figueirense (1857-1879), do Ginásio Clube Figueirense (1922-1930), da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (1922-2005), entre outros. Na Casa do Paço encontram-se quase 6700 azulejos, holandeses, de figura avulsa, a decorar as salas do piso nobre. Sabe-se que a atual sala da receção e a sala do torreão já tiveram azulejos, que foram removidos em 1865 pela entidade que à época estava sediada neste piso. Atualmente são quatro as salas onde se podem encontrar esses azulejos, subdivididos em três temas: duas salas com paisagens, uma sala com temas bíblicos e uma sala com cavaleiros.
NÚCLEOS MUSEOLÓGICOS: DO SAL E DO MAR
O Núcleo Museológico do Sal foi inaugurado em 2007 com o objetivo de interpretar, valorizar e difundir testemunhos singulares reportados à relação secular do Homem com o território das salinas do concelho da Figueira da Foz. Situado na Salina Municipal do Corredor da Cobra, adquirida em 2000 com o intuito de promover a reativação e manutenção contínua da atividade salineira, este complexo cultural e ambiental integra um Armazém de Sal, uma Rota Pedestre pelo salgado, uma Rota Fluvial pelo estuário do Rio Mondego e ainda um observatório de aves. Este espaço museológico assume-se cada vez mais como um centro de informação, educação e sensibilização de diversos públicos para a necessidade de preservação de uma atividade tradicional e de um produto artesanal, contribuindo assim para a valorização deste património como fator de desenvolvimento local sustentável. É um centro local e nacional aberto à investigação e informação sobre a riqueza da biodiversidade do seu ecossistema-tipo e uma unidade didática de lazer e de interatividade. É um espaço que proporciona aos diversos públicos que o visitam experiências únicas e particulares distribuídas por cinco grandes temas: “O que é o Sal”; “O Sal na Natureza”; “História do Sal em Portugal”; “A Tecnologia do Sal na Figueira da Foz e O Ciclo de Produção”; e “As Salinas e a Conservação da Natureza”.
PATRIMÓNIO NATURAL
Abençoado por uma posição ge¬ográfica privilegiada, o concelho da Figueira da Foz possui um extraordinário património natural: arrozais, salinas, zonas dunares, zonas lagunares, serra, rio, mar, com elevado potencial ambiental e ecológico, que dão suporte a espécies e habitats próprios, atividades agrícolas e de pesca, bem como atividades de lazer e bem-estar.
12 KM DE PRAIAS
Do rico património natural existente é de realçar os 12 km de praias de “finas areias”, onde pode apreciar a inconstância do re¬bentar das ondas espumosas e salgadas do Atlântico. Na sua maioria, com águas de “qualidade ouro”, reconhecidas pela chancela europeia da “Bandeira Azul”, estas praias fazem do concelho um destino de praia por excelência e são um convite ao lazer, a longas caminhadas à beira de água, mas também ao repouso ao sol.
PRAIA DA CLARIDADE
A praia mais emblemática, a Praia da Claridade, salpicada de cor e alegria, cedo ganhou o epíteto de “Rainha das Praias de Portugal”. Cortada por passadiços de madeira, que dão acesso a um mar de ondas de prata a perder de vista, no verão é povoada por típicas barraquinhas e chapéus-de-sol que oferecem porto se¬guro para momentos de puro relaxamento.
RIO MONDEGO
Também a destacar, o rio Mondego, que serenamente vem desaguar ao oceano, depois de ter atravessado a meio o concelho e de se dispersar em cursos de água bordejando terras que se fizeram das mais férteis. A marcar o limite Norte da orizicultura nacional marque encontro, em Maiorca, com os magníficos arrozais do Baixo Mondego, telas naturais pintadas a cores intensas. Estas terras são habitat ideal para uma grande diversidade de espécies, como a cegonha e as garças.
TERRAS A NORTE DO MONDEGO
A norte, na Gândara há planícies vastas, despidas de acidentes de terreno, de excelentes pastos e abundante gado. No centro, sobranceira ao mar, a magnífica Serra da Boa Viagem, que vigia comunidades piscatórias, enquanto outra serrania, igualmente verdejante, vigia vales agrícolas de feição marcadamente rurais. Ainda a norte deixe-se encantar pela tranquilidade do sistema de lagoas dulçaquícolas de Quiaios e Bom Sucesso, importante corredor ecológico e sítio de interesse comunitário, estando já integrado na Rede Natura 2000 (rede europeia de áreas designadas para con-servar habitats selvagens e espécies raras, ameaçadas ou vulneráveis); a macieza do cordão dunar da praia de Quiaios, reconhecidamente importante em termos de biodiversidade (onde se descobrem plantas endémicas da Península Ibérica ou mesmo de Portugal, como, p. ex., as camarinhas (Corema album), com as suas bagas brancas de travo amargo) e que pode ser visitado através dos passadiços suspensos existentes ao longo de toda a extensão da praia.
TERRAS A SUL DO MONDEGO
Nas terras do lado sul do rio Mondego florescem “jardins de sal” envoltos por uma beleza indescritível. Marinhas de sal, puro e alvo, que fazem parte integrante da história, cultura e paisagem da Figueira da Foz, desde os primórdios da nacionalidade e merecem também a sua visita. Ainda a sul do Mondego, na Borda do Campo, particularmente na primavera, perca o seu olhar no verde dos campos de arroz e deixe que a frescura que exala dos férteis solos arados, acabados de revolver atordoe os seus sentidos.
Textos por: A Miúda dos Saltos Altos (www.amiudadossaltosaltos.com.pt) e Câmara Municipal da Figueira da Foz (www.cm-figfoz.pt)

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