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Por do Sol no Pantanal

Viaje pelos sabores das comidas típicas do Centro-Oeste brasileiro

Com forte influência indígena, as comidas típicas da região Centro-Oeste são ricas em ingredientes naturais e pratos que saem frescos de uma viagem direto da natureza.

Com o artesanato rico pela cultura dos índios, a região Centro-Oeste é famosa também pelas tradições, como o Saci Pererê e o Lobisomem. Outra tradição muito forte é a culinária típica de cada estado. Diversificada em peixes, frutas e temperos, as combinações de sabores marcantes fará você sentir saudade de cada minuto sentado à mesa. Carnes exóticas e pratos inusitados são uma viagem à parte para quem decidir curtir as férias na terra do Siriri, do Cururu e da música Sertaneja.
Siga o cheiro inigualável do Arroz com Pequi
Uma agricultura rica no cultivo de arroz, milho e mandioca. Escolha um prato típico que contenha estes ingredientes, assim você aproveita o que a região Centro-Oeste tem de melhor. De cor amarelada e uma amêndoa cheia de espinhos, o Pequi tem o cheiro e o sabor marcante na comida goiana. A fruta é nativa do Brasil e sua tonalidade é tão forte que o tradicional Arroz com Pequi se une em um único amarelo. Para este preparo, o pequi deve ser levado ao azeite já quente com cebola e outros temperos, e depois refogado até ficar macio. Ao misturar o arroz, coloca-se também sal e pimenta (ingrediente indispensável nas comidas típicas do Centro-Oeste). Após cozido, ficando bem amarelado, este prato está pronto para ser servido aos visitantes. Mas não se esqueça: em hipótese alguma morda o Pequi. Seu interior é repleto de pequenos espinhos que podem lhe causar muito desconforto. Você não vai querer atrapalhar a sua viagem por causa disso, vai? O Bahreim (http://www.bahrem.com/), também conhecido como Bar dos Amigos, é um dos restaurantes que oferece aos clientes o melhor da culinária do Centro-Oeste.
Das águas para o seu prato, o típico Mojica de Pintado
Com nome de presidente uruguaio, um dos principais pratos da comida típica do Centro-Oeste tem história nas raízes indígenas e é um dos mais tradicionais de Cuiabá. O significado de Mojica é para os índios “o que vem do rio com mandioca”, e pode ser acompanhado ainda de um arroz bem cozido e sem tempero. O peixe escolhido é o Pintado e, após ser picado, é cozido junto com pedaços de mandioca, tomate, cebola, alho, cheiro verde, pimenta de cheiro e sal. Ao chegar na temperatura de fervura, o cheiro dos temperos e do peixe tomam conta da cozinha, e seu único desejo será conhecer mais a fundo a culinária cuiabana. A cada nova geração o prato típico ganha requintes de sabores, e a mistura de peixe e mandioca conquista cada vez mais adeptos entre os turistas. Se você vai viajar para o Mato Grosso, é bom colocar esta iguaria entre os destinos do seu paladar. Se quiser um vasto cardápio de peixes de água doce, a Lélis Peixaria (http://www.lelispeixaria.com.br/novo/) é parada obrigatória, com pratos preparados a partir de oito espécies de peixe.
Pamonha, Pamonha, Pamonha!
Quem nunca se pegou ouvindo essa frase aos gritos na rua de casa ou em algum programa de televisão? Pois saiba que a Pamonha é um dos pratos típicos mais conhecidos em Goiás. Tendo o milho como seu ingrediente principal, a pamonha é servida na própria casca, em formato de saquinho. Uma herança africana com um toque brasileiro, a Pamonha é resultado do milho ralado com leite e açúcar, formando um caldo bem grosso que, após o cozimento, ganha consistência firme e macia, de muito sabor. Aproveite a localização do hotel ibis Goiânia (www.ibis.com/pt-br/hotel-3670-ibis-goiania/index.shtml), no centro da cidade, e não deixe de saborear este prato típico da culinária do centro-oeste.
Tradição à mesa com o Bolinho de Arroz
O Bolinho de Arroz carrega em sua receita a tradição e a cultura do estado de Mato Grosso. Crocante por fora e macio por dentro, você consegue ainda distinguir sabores como o coco ou a erva doce, em um prato que leva os dois ingredientes mais comuns da região: arroz e mandioca. Esta é uma receita que demanda paciência em seu preparo, já que o arroz precisa ficar um dia “de molho”. Após passar pelo pilão, batido e virado farinha, é misturado a um mingau de mandioca e açúcar. Esta massa descansa por mais um dia e os demais ingredientes, como coco e queijo ralado, podem ser adicionados. Ficou impressionado? Então você e sua família precisam conhecer a Dona Eulália, 81 anos, com mais de 50 deles destinados ao preparo do Bolinho de Arroz e praticamente uma atração de Cuiabá. Uma obrigação de quem visita a capital mato-grossense é conhecer este quitute que a Dona Eulália vende no Bairro Lixeira.
Próxima Parada: Carnes Exóticas em Brasília
Já imaginou experimentar pratos feitos com carne de Capivara, Javali, Paca ou Avestruz? Na capital federal, as carnes exóticas fazem parte do cardápio e são comumente encontradas nos restaurantes da cidade. Em Brasília, as quatro casas do Restaurante Dom Francisco (http://domfrancisco.com.br/) possuem uma vasta linha de carnes exóticas para você saborear, como marreco e jacaré. Se quiser provar carnes como Cordeiro ou Javali, vá até a Churrascaria Barbacoa (http://barbacoa.com.br/) no Parkshopping!
O peixe como engrenagem na culinária do Centro-Oeste
Sucesso no Mato Grosso do Sul, especialmente quando as temperaturas caem, o Caldo de Piranha atrai turistas que desejam conhecer pratos típicos da culinária Centro-Oeste brasileira. A Piranha é um peixe abundante nos rios do Pantanal e é famosa pelas propriedades afrodisíacas. Após retirar os espinhos, é marinada com limão, coentro, salsa, sal e pimenta. Depois, o peixe é levemente dourado com todo o tempero e cozido por uma hora. Coado em uma peneira grossa, é tradicionalmente servido em cumbucas e pode ser degustado ao modo indígena, direto à boca, sem talheres. São quase 6 horas de preparo, representando bem a preservação cultural e gastronômica de toda região pantaneira. Ao visitar Campo Grande, você encontra o Caldo de Piranha no Rocha's Caldos & Sopas (https://www.facebook.com/RochasCaldoseSopas): são 50 tipos de sopas pra você escolher e saborear a culinária local.
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